Bom, tenho alguns amigos que aderiram aos encantos do Mac, como o Bernas e o Rapha. Eles falam maravilhas das máquinas com o logo da maçã.
Há pouco mais de um ano atrás, em fevereiro de 2007, esse vídeo abaixo foi publicado no Youtube. São algumas considerações do Mac OX Tiger com o Windows Vista, feitas por Bertrand Serlet, vice-presidente da Apple. A dica veio do Google Discovery:
Mostrando postagens com marcador Internet. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 26 de março de 2008
Brasil e Orkut: tudo a ver
O Orkut não faz assim tanto sucesso lá fora como outras redes sociais, como o Facebook e o Beebo - tanto que o primeiro teve ações compradas pela Microsoft e a segunda foi comprada por mais de 800 milhões de dólares pela AOL. Mas no Brasil, o Orkut é absoluto.Um dado divulgado no blog do Orkut diz que são mais de 45 milhões de comunidades. Destas, pouco mais de 40 milhões (precisamente, 40.460.878) estão em português. Antes que algum espírito de porco venha dizer que o português pode ser de Portugal, a comunidade tem apenas 0,41% de seus usuários em Portugal, segundo dados do próprio Orkut.
Predomínio completo e absoluto do Brasil. Agora só falta alguém descobrir um jeito de ganhar dinheiro com isso - é o que o Google e todas as outras redes sociais procuram.
terça-feira, 11 de março de 2008
Tráfego pesado agora é problema também na internet
Ganha força nos EUA o movimento dos ISPs (Internet Service Provider, provedor de serviços de internet, em tradução livre) para controlar o tráfego de seus usuários na rede.
Segundo os provedores, programas compartilhadores de arquivo, por exemplo, consomem uma banda excessiva, o que prejudicaria o tráfego de dados de outros usuários. Com poder de controle, os ISPs poderiam criar mecanismos que diminuam o consumo de banda dessas softwares.
A iniciativa não é novidade. No Brasil, o Speedy impôs um limite de consumo para os seus clientes, ameaçando com multa aqueles que ultrapassassem o limite. A medida era para conter os "5% de usuários que consomem 50% da banda", alegava a empresa.
A iniciativa, porém, não vingou. Muitos dos serviços da operadora são vendidos hoje sem limite de tráfego.
Será que a limitação de tráfego é uma solução para esse problema? Talvez os provedores de acesso não tenham infra-estrutura para aguentar o alargamento de banda na internet. Mas talvez seja também um pequeno grupo de usuários causando um tráfego muito intenso, frente a uma maioria que não gasta tanto.
É preciso um estudo para avaliar o que é melhor. mas uma coisa é fato: intervir na banda do usuário sem ele saber, como há rumores que aconteça nos EUA, é absolutamente inaceitável.
É preciso discutir esse tipo de questão de forma ampla, analisar as tendências e traçar os rumos coletivamente.
Controlar o tipo de acesso do usuário à internet e simplesmente dificultar o acesso à softwares específicos é um risco que a internet não pode correr.
A abertura dos dados, de forma oficial, pode levar a um controle excessivo e centralizado - o que irá minar o caráter livre que a internet possui.
Segundo os provedores, programas compartilhadores de arquivo, por exemplo, consomem uma banda excessiva, o que prejudicaria o tráfego de dados de outros usuários. Com poder de controle, os ISPs poderiam criar mecanismos que diminuam o consumo de banda dessas softwares.
A iniciativa não é novidade. No Brasil, o Speedy impôs um limite de consumo para os seus clientes, ameaçando com multa aqueles que ultrapassassem o limite. A medida era para conter os "5% de usuários que consomem 50% da banda", alegava a empresa.
A iniciativa, porém, não vingou. Muitos dos serviços da operadora são vendidos hoje sem limite de tráfego.
Será que a limitação de tráfego é uma solução para esse problema? Talvez os provedores de acesso não tenham infra-estrutura para aguentar o alargamento de banda na internet. Mas talvez seja também um pequeno grupo de usuários causando um tráfego muito intenso, frente a uma maioria que não gasta tanto.
É preciso um estudo para avaliar o que é melhor. mas uma coisa é fato: intervir na banda do usuário sem ele saber, como há rumores que aconteça nos EUA, é absolutamente inaceitável.
É preciso discutir esse tipo de questão de forma ampla, analisar as tendências e traçar os rumos coletivamente.
Controlar o tipo de acesso do usuário à internet e simplesmente dificultar o acesso à softwares específicos é um risco que a internet não pode correr.
A abertura dos dados, de forma oficial, pode levar a um controle excessivo e centralizado - o que irá minar o caráter livre que a internet possui.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Música 2.0
A dica da Pollyana foi fantástica. O Musicovery é simplesmente fantástico. Opção mais do que interessante, que combina estilos musicais, cores que os identificam e um elemento bem curioso: o "astral" da música. Em uma paleta, quanto mais à direita, mais "positiva" a música. Quanto mais para cima, mais "energética". Quanto mais à esquerda, mais "dark". E, por fim, quanto mais para baixo, mais "calma".
Muito divertido, vale a pena conferir.
Muito divertido, vale a pena conferir.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Pirataria ou divulgação?
A questão da pirataria ganhou um novo capítulo. O filme Tropa de Elite, de José Padilha, atraiu um dos maiores públicos de filmes nacionais em seu primeiro fim de semana.
O filme alcançou estes números mesmo com o seu vazamento para a Internet, meses atrás e uma estimativa de 1 milhão de cópias vendidas pela Internet.
Em média de espectadores por sala, o filme é o primeiro lugar entre os nacionais e é o terceiro em números absolutos.
Embora a versão oficial seja de que o filme realmente "vazou" - e por isso, inclusive, teve sua estréia antecipada -, há boatos que o próprio diretor permitiu a divulgação do filme. Com isso, ampliou o poder de divulgação e atraiu ainda mais público para a produção.
Caso seja verdade, a idéia do diretor foi genial. O poder de divulgação da Internet e mesmo do próprio filme pirata é muito maior do que as campanhas publicitárias poderiam alcançar.
O resultado foi visto neste final de semana, com o ótimo público que foi ao cinema assistir à estréia.
Fica, então, a pergunta: a briga contra a Internet e a pirataria é mesmo vantajosa? Será que o problema está mesmo na pirataria? De que vale direitos autorais quando não se tem público no cinema?
Fato é que Tropa de Elite ficou conhecidíssimo muito antes de chegar aos cinemas. Muito mais do que o "normal", quando filmes de Hollywood são divulgados antes de alcançarem as salas do cinema brasileiro.
A questão é parecida com a das músicas na Internet. A suposta pirataria das músicas não ajuda a divulgar o artista, o álbum? A Apple parece querer mostrar que sim. Através da sua Music Store, a empresa de Steve Jobs vende mais de 1 milhão (!!!) de músicas por mês. Grande parte delas a US$ 0,99.
Será que as gravadoras de músicas e produtoras de filmes não percebem que o caminho não é lutar contra a Internet, mas usá-la a seu favor?
Leia a notícia no G1.
O filme alcançou estes números mesmo com o seu vazamento para a Internet, meses atrás e uma estimativa de 1 milhão de cópias vendidas pela Internet.
Em média de espectadores por sala, o filme é o primeiro lugar entre os nacionais e é o terceiro em números absolutos.
Embora a versão oficial seja de que o filme realmente "vazou" - e por isso, inclusive, teve sua estréia antecipada -, há boatos que o próprio diretor permitiu a divulgação do filme. Com isso, ampliou o poder de divulgação e atraiu ainda mais público para a produção.
Caso seja verdade, a idéia do diretor foi genial. O poder de divulgação da Internet e mesmo do próprio filme pirata é muito maior do que as campanhas publicitárias poderiam alcançar.
O resultado foi visto neste final de semana, com o ótimo público que foi ao cinema assistir à estréia.
Fica, então, a pergunta: a briga contra a Internet e a pirataria é mesmo vantajosa? Será que o problema está mesmo na pirataria? De que vale direitos autorais quando não se tem público no cinema?
Fato é que Tropa de Elite ficou conhecidíssimo muito antes de chegar aos cinemas. Muito mais do que o "normal", quando filmes de Hollywood são divulgados antes de alcançarem as salas do cinema brasileiro.
A questão é parecida com a das músicas na Internet. A suposta pirataria das músicas não ajuda a divulgar o artista, o álbum? A Apple parece querer mostrar que sim. Através da sua Music Store, a empresa de Steve Jobs vende mais de 1 milhão (!!!) de músicas por mês. Grande parte delas a US$ 0,99.
Será que as gravadoras de músicas e produtoras de filmes não percebem que o caminho não é lutar contra a Internet, mas usá-la a seu favor?
Leia a notícia no G1.
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Perseguição virtual
Imagine fazer um linchamento público de Renan Calheiros e dos Senadores que o absolveram por meio da Internet, fazendo com que estes percam até os seus empregos.
Parece loucura não é?
Mas na China isso tem acontecido. Começou no ano passado, quando uma mulher que pisava em um gato com salto alto, em um vídeo na Internet, foi identificada e "massacrada" pelos Internautas.
No Brasil, houve o caso da Katilce, que subiu ao palco no Show do U2 e teve seu perfil no Orkut invadida por centanas de milhares de pessoas - inclusive fazendo anúncios de compra e venda, no que chamaram de "painel da Katilce".
No caso da China, a mulher do vídeo e quem a filmou foram perseguidos e perderam, inclusive, seus empregos. Isto porque os chineses consideraram a atitude um ato de crueldade.
A polêmica foi estabelecida. Para alguns, a medida é uma forma de "justiça". Para outros, uma violência, pois os próprios internautas são os acusadores. Algo como "justiceiros" - o que, de fato, parece bem perigoso.
Acho difícil que o Brasil tenha algo do tipo. Mas a notícia é, no mínimo, curiosa.
Notícia completa na Folha Online
Parece loucura não é?
Mas na China isso tem acontecido. Começou no ano passado, quando uma mulher que pisava em um gato com salto alto, em um vídeo na Internet, foi identificada e "massacrada" pelos Internautas.
No Brasil, houve o caso da Katilce, que subiu ao palco no Show do U2 e teve seu perfil no Orkut invadida por centanas de milhares de pessoas - inclusive fazendo anúncios de compra e venda, no que chamaram de "painel da Katilce".
No caso da China, a mulher do vídeo e quem a filmou foram perseguidos e perderam, inclusive, seus empregos. Isto porque os chineses consideraram a atitude um ato de crueldade.
A polêmica foi estabelecida. Para alguns, a medida é uma forma de "justiça". Para outros, uma violência, pois os próprios internautas são os acusadores. Algo como "justiceiros" - o que, de fato, parece bem perigoso.
Acho difícil que o Brasil tenha algo do tipo. Mas a notícia é, no mínimo, curiosa.
Notícia completa na Folha Online
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quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Brincadeiras com o Delicious
Quer ver como ficaria uma chuva de tags com os seus favoritos do delicious? A brincadeira é interessante, e pode ser feito através do expispicious, um curioso site. É possível também visualizar imagens dos seus favoritos em forma de mosaico, o que também é bem interessante.
*Não sabe o que é o delicious? Veja este vídeo (em inglês) que você vai entender.
*Não sabe o que é o delicious? Veja este vídeo (em inglês) que você vai entender.
Controle de tráfego ou censura?
Sempre tivemos total liberdade de acesso à Internet no trabalho, até por trabalharmos com isso. Recentemente, porém, o quadro mudou. As administradores da rede bloquearam o acesso ao orkut e ao youtube. E a lista de "sites proibidos" irá aumentar.
Segundo a informação dada por um dos responsáveis por colocar em prática os bloqueios, a idéia não é de censura, mas sim de controle de tráfego. O link de internet utilizado no prédio - pequeno, dois andares e umas 50 pessoas trabalhando neles, no máximo - tem apenas 1 MB. A proibição é uma "economia de banda".
Duas questões me parecem discutíveis:
1) Por que diabos uma empresa tem um link de APENAS 1 MB (o mesmo que eu uso em casa) em um prédio com 50 pessoas que utilizam computadores para trabalhar?
2) Será que proibir orkut e youtube diminui, efetivamente, o tráfego de dados e economiza banda? Porque ao que parece, os sites de portais como Terra e UOL são bastante acessados.
É sim uma censura. O problema é a visão pequena de quem manda aplicar este tipo de medida. Em uma empresa que trabalha com Gestão do Conhecimento, tecnologia, Internet e mídias digitais, proibir o acesso a estes sites me parece pouco inteligente. O esquema de trabalho de fábrica não se aplica em um lugar assim.
De qualquer forma, as consuras devem ser cada vez mais freqüentes nas empresas. Mas até quando os mecanismos de controle de acesso são os mais eficientes?
Em termos de gestão, certamente não são.
Segundo a informação dada por um dos responsáveis por colocar em prática os bloqueios, a idéia não é de censura, mas sim de controle de tráfego. O link de internet utilizado no prédio - pequeno, dois andares e umas 50 pessoas trabalhando neles, no máximo - tem apenas 1 MB. A proibição é uma "economia de banda".
Duas questões me parecem discutíveis:
1) Por que diabos uma empresa tem um link de APENAS 1 MB (o mesmo que eu uso em casa) em um prédio com 50 pessoas que utilizam computadores para trabalhar?
2) Será que proibir orkut e youtube diminui, efetivamente, o tráfego de dados e economiza banda? Porque ao que parece, os sites de portais como Terra e UOL são bastante acessados.
É sim uma censura. O problema é a visão pequena de quem manda aplicar este tipo de medida. Em uma empresa que trabalha com Gestão do Conhecimento, tecnologia, Internet e mídias digitais, proibir o acesso a estes sites me parece pouco inteligente. O esquema de trabalho de fábrica não se aplica em um lugar assim.
De qualquer forma, as consuras devem ser cada vez mais freqüentes nas empresas. Mas até quando os mecanismos de controle de acesso são os mais eficientes?
Em termos de gestão, certamente não são.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Almas gêmeas... até sem querer!
E não é que um casal bósnio encontrou a alma gêmea pela internet? Ambos eram casados e infelizes, e acabaram em uma sala de bate-papo. Tinham os mesmos problemas conjugais, e trocaram palavras de carinho. Apaixonaram-se e resolveram marcar um encontro. Qual foi a surpresa quando se viram: eram marido e mulher!
(A notícia é verdadeira, e esta aqui ó
(A notícia é verdadeira, e esta aqui ó
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quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Speedy não pode mais exigir provedor
Segundo a INFO Online, a Telefonica terá que avisar os usuários dentro de 30 dias que não há mais a obrigatoriedade do uso de provedores de acesso.
Mais do que isso, a sentença obriga que a empresa faça o ressarcimento de todos os usuários que estão nesta situação desde 2003.
É claro, a decisão é em primeira instância e cabe recurso. Mas é um sinal que o caminho da "venda casada", conforme declarou o juiz, está chegando ao fim.
Mais do que isso, a sentença obriga que a empresa faça o ressarcimento de todos os usuários que estão nesta situação desde 2003.
É claro, a decisão é em primeira instância e cabe recurso. Mas é um sinal que o caminho da "venda casada", conforme declarou o juiz, está chegando ao fim.
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quarta-feira, 25 de julho de 2007
Mapa da web 2007

A AI Japan disponibilizou um mapa com os sites mais acessados da web. O mapa tem o formato de linhas de metrô, cada uum representando um tipo de conteúdo.
Além disso, o mapa mostra quem usa recursos de web 2.0 e quem ainda está na 1.0 (com um divertido ícone que lembra previsão do tempo, com tempo bom para web 2.0 e tempestade para 1.0).
Para quem quiser baixar a imagem do mapa em alta resolução, basta clicar aqui.
terça-feira, 24 de julho de 2007
Ataque à Internet, de novo
A Verdade do Pan 2007: Povo? Que povo?
Eis mais uma vez o COB com um medo danado da Internet. Lembremos que o senhor Nuzman chegou a proibir a utilização de blog por parte de atletas - uma violação gravíssima do direito de expressão.Até quando a Internet causará esse pavor?
Esse medo maluco de perder o dinheiro das transmissões é infundado. A luta de Nuzman é de Dom Quixote contra os Moinhos de Vento. A Internet é incontrolável. Este é o medo dos dirigentes como ele.
De nuvens carregadas no futuro esportivo do Brasil, Nuzman vê apenas o progresso dos meios de comunicação eletrônicos. Se a Internet se democratizar e modernizar o suficiente para colocar em risco o mercado dos direitos de transmissão de TV, Nuzman prevê o pior."Eu vejo que isso vai aflorar, e penso que o COI vai ser cada vez mais restritivo porque isso é a sobrevivência da família olímpica", diz ele, se referindo aos recursos que a venda de direitos de transmissão geram para o esporte. "É um embate. Vejo isso como uma das grande guerras do esporte. Nós vivemos uma luta grande com o doping, onde tem quem quer burlar e quem quer cumprir. Acho que esta é a luta (dos direitos) que vamos ver no futuro."
Eis mais uma vez o COB com um medo danado da Internet. Lembremos que o senhor Nuzman chegou a proibir a utilização de blog por parte de atletas - uma violação gravíssima do direito de expressão.Até quando a Internet causará esse pavor?
Esse medo maluco de perder o dinheiro das transmissões é infundado. A luta de Nuzman é de Dom Quixote contra os Moinhos de Vento. A Internet é incontrolável. Este é o medo dos dirigentes como ele.
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sexta-feira, 20 de julho de 2007
Chega a 18 milhões o número de usuários de Internet no Brasil
Segundo dados do Ibope/NetRatings, junho foi o primeiro ano desde 2000 - quando foram iniciadas as pesquisas - que o Brasil chegou a 18 milhões de usuários residenciais de Internet (Fonte: Estadao).
O número total de usuários ativos é de 33,1 milhões, contando também aqueles que têm acesso à Internet no trabalho ou em outros lugares.
Isto significa que pouco menos de 10% da população brasileira acessa a Internet em suas casas. Esse pode ser o maior número desde o início das medições, mas ainda está longe de ser satisfatório. Até porque a inclusão digital é um dos itens da inclusão social. E esta, sim, é uma batalha árdua.
Em um país onde temos uma grande massa de analfabetos funcionais, alunos que terminam o Ensino Médio sem mal saberem escrever, faculdades que formam alunos que lêem com muita dificuldade, pensar em Internet ainda é algo muito distante. Temos um abismo gigantesco a resolver antes de pensar na inclusão digital.
Enquanto isso, vemos notícias do Pan, que consumiu R$ 4 bilhões dos cofres públicos. Lamentamos a tragédia no aeroporto de Congonhas e criticamos o governo pela crise aérea (o que é justíssimo, aliás). Mas esquecemos que quem usa avião no Brasil é um público tão grande quanto aqueles que usam a Internet. Provavelmente, as mesmas pessoas.
Esquecemos também que há um senhor chamado Renan Calheiros, que desfila pelo congresso como se fosse a casa dele. A impunidade é tão grande que ele faz questão de rir para todas as câmeras que o filmam.
Afinal, ele desfruta do nosso dinheiro. Quem deve estar preocupado somos nós, não ele. Ele tem imunidade parlamentar. Nós pagamos pelas suas falcatruas. Pagamos pela Pan. Provavelmente pagaremos uma quantia ainda maior pela Copa do Mundo de 2014, que será confirmada no Brasil em outubro.
Em tempo: adoro esportes e adoro o Pan americano. Adoraria ver uma Copa do Mundo no Brasil, porque adoro futebol. Mas nosso país não está preparado para ter um evento deste porte sem que haja um rombo de corrupção e um legado de obras medonhas que serão bancadas por nós.
O número total de usuários ativos é de 33,1 milhões, contando também aqueles que têm acesso à Internet no trabalho ou em outros lugares.
Isto significa que pouco menos de 10% da população brasileira acessa a Internet em suas casas. Esse pode ser o maior número desde o início das medições, mas ainda está longe de ser satisfatório. Até porque a inclusão digital é um dos itens da inclusão social. E esta, sim, é uma batalha árdua.
Em um país onde temos uma grande massa de analfabetos funcionais, alunos que terminam o Ensino Médio sem mal saberem escrever, faculdades que formam alunos que lêem com muita dificuldade, pensar em Internet ainda é algo muito distante. Temos um abismo gigantesco a resolver antes de pensar na inclusão digital.
Enquanto isso, vemos notícias do Pan, que consumiu R$ 4 bilhões dos cofres públicos. Lamentamos a tragédia no aeroporto de Congonhas e criticamos o governo pela crise aérea (o que é justíssimo, aliás). Mas esquecemos que quem usa avião no Brasil é um público tão grande quanto aqueles que usam a Internet. Provavelmente, as mesmas pessoas.
Esquecemos também que há um senhor chamado Renan Calheiros, que desfila pelo congresso como se fosse a casa dele. A impunidade é tão grande que ele faz questão de rir para todas as câmeras que o filmam.
Afinal, ele desfruta do nosso dinheiro. Quem deve estar preocupado somos nós, não ele. Ele tem imunidade parlamentar. Nós pagamos pelas suas falcatruas. Pagamos pela Pan. Provavelmente pagaremos uma quantia ainda maior pela Copa do Mundo de 2014, que será confirmada no Brasil em outubro.
Em tempo: adoro esportes e adoro o Pan americano. Adoraria ver uma Copa do Mundo no Brasil, porque adoro futebol. Mas nosso país não está preparado para ter um evento deste porte sem que haja um rombo de corrupção e um legado de obras medonhas que serão bancadas por nós.
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