sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Vergonha Nacional

Uma brincadeira que vi no blog do Bender e aderi.

VERGONHA NACIONAL.
Quanto mais gente lincar estes termos da forma que eu fiz, mais rapidamente o Google mostrará para o mundo que o senado brasileiro é a vergonha nacional.
Entendeu? Se não, pergunte-me o porque de colocar vergonha nacional.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

É sério?

Li muitas coisas sobre a sessão que julgaria se Renan Calheiros teria seu mandato cassado e ficaria inelegível por 12 longos anos. Mas o fato de ele não ter renunciado ao cargo mostrava que ele sabia que não seria, de fato, cassado. Se não tivesse certeza, certamente renunciaria.

O senado tinha nas mãos a possibilidade de decretar a morte política de Renan Calheiros. Mas preferiu decretar a própria falência. Com a anuência de partidos como DEM, PT, PSDB e, claro, o partido de Renan, o PMDB. Todos culpados, todos iguais.

Dentre as muitas coisas que li, quis falar sobre muitas. Mas prefiro o silêncio, de luto pela morte do senado.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Traição delivery

Institucionalização da traição? Bom, é o que a empresa francesa Ibila promete. Quer um álibi seguro e confiável para dar aquela puladinha de cerca? É só pagar que eles fazem.

Trágico ou cômico? Talvez os dois.

A notícia é do G1. Leia a matéria completa aqui.



Powered by ScribeFire.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

iPod ganha tela sensível ao toque e 160 GB

do G1

Bem agora que eu consegui juntar dinheiro para comprar um?! Agora vou ficar com um iPod desatualizado, sem touch screen, até conseguir juntar dinheiro para outro! Maldito modelo toyotista de produção*.

* O modelo toyotista consiste em oferecer produtos de alta qualidade, mas que serão superados em breve por um novo produto, com a mesma qualidade, só que mais inovador - seja tecnologia, seja funcionalmente. Este modelo foi adotado no pós-guerra, período que o Japão investiu pesado em desenvolvimento tecnológico e se tornou uma das maiores economias do mundo.


Powered by ScribeFire.

sábado, 1 de setembro de 2007

Tudo bem pra que?!

Eis que você encontra alguém que conhece na rua. Surge a fatídica pergunta: "Tudo bem?"

Ok, é uma forma de ser simpático, de mostrar que se importa com a pessoa. Mas, convenhamos, é uma perguntinha bem da falsa néam? Poucas pessoas querem realmente saber se a outra pessoa está bem quando faz a pergunta. O mesmo vale para os genéricos do "tudo bem", como o "como você está?", por exemplo.

Tente dizer como você realmente se sente quando alguém usa a pergunta citada acima. Provavelmente a pessoa ficará com cara de tédio com sua resposta. Tente dizer que sua semana foi cansativa, chata, que está difícil conviver com algumas dificuldades. Duvido que a pessoa irá te olhar com cara de quem realmente se preocupa com você.

Talvez a única pergunta que me irrita tanto ou mais do que é essa é o: "e aí, novidades?". Sei que é uma forma de tentar puxar assunto, mas odeio ficar respondendo a isso. Ora, se tiver algo significativo, certamente irei dizer. A pergunta é desnecessária. Até porque o que é novidade? Para quem vive em cidade grande, com rotinas de trabalho, de estudo, o que é novo? Pode ser tudo, um dos milhares de acontecimentos do dia-a-dia no metrô, no trânsito, no ônibus, no trabalho. Mas será que alguém quer falar neles? Talvez não.